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Nova Iorque recorda vítimas do 11 de Setembro

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Nova Iorque recorda vítimas do 11 de Setembro

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Divididos na forma como se desenrola a guerra contra o terrorismo, mas unidos na dor pelos que perderam a vida nos atentados do 11 de Setembro. Fez esta segunda-feira 5 anos desde a fatídica manha. Nas cerimónias, um sino assinalou o momento em que os aviões se despenharam. Um minuto de silencio por cada um. Em Manhattan, as gigantes torres gémeas do World Trade Center desmoronaram como castelos de cartas. Vítimas, quase três mil. O nome de cada uma das pessoas que perderam a vida voltou a ser proferido por familiares.

George W. Bush, que já havia prestado homenagem no chamado “ground zero”, na véspera, optou por permanecer junto de um corporação de bombeiros de Manhattan. Mesmo neste dia, Bush não se livrou de uma manifestação. No arredores da cerimónia principal, várias pessoas protestaram contra a guerra no Iraque e a forma como o terrorismo esta a ser combatido. A dois meses das eleições para o congresso, o presidente tem a popularidade muito abalada.

Bush deslocou-se também a Shanksville, na Pensilvânia, onde um dos quatro aviões caiu antes atingir o seu alvo, o Capitólio ou a Casa Branca. 40 pessoas morreram. No Pentágono, que sofreu o embate de uma das aeronaves e que provocou 184 mortos, marcaram presença nas cerimónias Dick Cheney, o vice-presidente norte-americano e Donald Rumsfeld, o secretário da Defesa.