Última hora

Última hora

Principais candidatos franceses às presidenciais acusados de estarem em campanha permanente

Em leitura:

Principais candidatos franceses às presidenciais acusados de estarem em campanha permanente

Tamanho do texto Aa Aa

O número dois do governo francês, Nikolas Sarkozy, encontrou-se com Bush e em seguida com a secretária de estado norte-americana, Condoleeza Rice. Após uma curta estadia em Bruxelas, as reuniões de Sarkozy nos Estados Unidos são encaradas como uma forma de trabalhar a imagem internacional com vista às presidenciais de 2007. “A minha ligação e dedicação à nossa relação com a América é bem conhecida e provocou críticas em França. Mas não sou um cobarde. Tenho orgulho nesta amizade e digo-o com satisfação”

Um dos candidatos preferidos para presidir o país, Sarkozy tem como principal opositora a socialista Ségolène Royal. São já muitas as vozes que se levantam contra o “clima de permanente campanha eleitoral” que se vive em França. Mas Ségoléne Royal também está em ronda pela Europa. Acusada de inexperiência internacional, esteve em Roma com o primeiro-ministro italiano, Romano Prodi, onde se defendeu das mesmas críticas que agora são dirigidas a Sarkozy:

“Não faço viagens para definir uma imagem. Vim porque fui convidada. Estou cá para ouvir e falar, para preparar os meus discursos e para depois dizer aos franceses, se for designada, como vejo o discurso internacional”.

Influenciada ou não pelas acusações, a deputada socialista decidiu adoptar um perfil discreto durante a sua estadia em Bruxelas, onde se encontra hoje com o presidente da comissão europeia, Durão Barroso. Ségolène não vai dar conferências de imprensa a propósito das reuniões com os responsáveis da Comissão e do Parlamento europeu.