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Oposição lidera sondagens por curta margem

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Oposição lidera sondagens por curta margem

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Fredrik Reinfeldt é o homem que tenta encarnar o desejo de mudança dos suecos nas eleições gerais de domingo. O líder do Partido Moderado encabeça a coligação de centro-direita que, fazendo fé nas sondagens, se propõe afastar os sociais-democratas no poder desde 1994. “Nada está decidido de antemão, são as eleições mais renhidas das últimas décadas. Não se pode prever nada antes de domingo”, sustenta Reinfeldt. Com promessas de reduzir a carga fiscal e diminuir os benefícios para os desempregados, a coligação de centro-direita, que reúne moderados, liberais-populares, centristas e democratas-cristãos, pretende favorecer a criação de empregos. Porém, para o governo minoritário social-democrata, estas propostas minam os fundamentos do Estado-Providência.

O primeiro-ministro Goran Persson diz que “se é escolhida a via pretendida pela oposição para reduzir os benefícios aos desempregados, para acabar com outras prestações sociais e dificultar a situação dos mais desfavorecidos, acaba-se o bem-estar social no país”. Os sociais-democratas que governaram a Suécia em seis das últimas sete décadas apontam os recentes números do desemprego como trunfo para tentar contrariar o curto atraso nas sondagens.