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UE ansiosa pela formação do novo governo palestiniano de unidade nacional

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UE ansiosa pela formação do novo governo palestiniano de unidade nacional

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A Europa não esconde a esperança na formação de um novo governo palestiniano de unidade nacional. Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União esperam, do novo gabinete, o reconhecimento de Israel e dos acordos internacionais e a renúncia da violência. Condições para relançar o processo de paz para o médio oriente. Em Bruxelas, Erkki Tuomioja, o chefe da Diplomacia da Finlândia, disse esperar que “as exigências da comunidade internacional e do quarteto sejam cumpridas, o que permitirá retomar o diálogo com a administração palestiniana. Mas, como sempre”, admite, “muitas coisas estão, ainda, em suspenso.”

O presidente palestiniano Mahmud Abbas anunciou, segunda-feira, a intenção de formar um governo de unidade nacional, que permita uma saída para o isolamento e a crise económica, provocada pelo boicote ocidental ao governo do Hamas, vencedor das eleições de Janeiro. O novo executivo deve reunir o movimento islamita e o Fatah, mas a tensão sobre a atribuição das pastas pode conduzir a um braço de ferro e atrasar a sua formação.

Enquanto o executivo não cumprir as exigências internacionais, o mecanismo de ajuda aos palestinianos, instaurado este Verão, e que permite contornar o governo do Hamas, deve ser prolongado. Bruxelas já forneceu 102 milhões de euros de ajuda, através deste mecanismo, que também fornece energia aos hospitais e subsídios aos mais desfavorecidos.