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Singapura embaraça Banco Mundial e FMI

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Singapura embaraça Banco Mundial e FMI

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A reunião dos ministros das Finanças dos sete países mais ricos do mundo começou em Singapura sob o signo da repressão.
Vinte e sete representantes do movimento anti-globalização, incialmente creditados para participar no encontro, foram probidos de assistir à conferência apesar da pressão internacional sobre as autoridades de Singapura. Estes vinte e sete elementos tinham obtido autorização do FMI e do Banco Mundial para estarem presentes nas assembleias anuais mas a polícia diz que receou a ocorrência de incidentes. Os responsáveis chineses pela segurança da cimeira assinalaram a presença de uma concentração de manifestantes na vizinha ilha indonésia de Batana.

Singapura que pretendia aproveitar a realização deste encontro para promover uma imagem de uma metrópole ultra-moderna acabou por cair num certo embaraço devido ao execesso de zelo com as questões de segurança. Depois de muita pressão e, sobretudo do representante norte-amerciano ter elevado o tom, as autoridades singapurenses recuaram e admitiram a entrada de 22 das 27 pessoas autorizadas. O Banco Mundial e o FMI, alvo de violentas críticas por parte dos alter- mundialistas, comprometeram-se a ouvir as posições dos representantes civis, compromisso deficil de manter em Singapura