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França junta-se à Russia e à China na questão nuclear iraniana

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França junta-se à Russia e à China na questão nuclear iraniana

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A firmeza do Irão na defesa do seu programa nuclear começa a dar frutos. Além da estreita aliança que o presidente iraniano Mahmoud Ahjmadinejad vai firmar com o seu homólogo venezuelano, Hugo Chavez, durante a visita oficial a Caracas, e do apoio do Movimento dos Países Não Alinhados, a França abandonou a intransigência para que Teerão suspenda o seu programa nuclear com vista o reinício das negociações.

A posição foi assumida pelo presidente francês Jacques Chirac, que também renunciou recorrer à ONU para a aplicação de eventuais sanções. Paris coloca-se ao lado de Moscovo e de Pequim, que dão máxima prioridade a uma solução negociada, ao contrário dos Estados Unidos, no início de uma semana em que estão previstos vários encontros. Em Viena, a Agência Internacional de Energia Atómica vai ter a partir de hoje no centro dos debates a questão iraniana.

Em Nova Iorque, começa esta terça-feira uma Assembleia Geral, que deverá também centrar-se no Irão, e onde vão realizar-se encontros paralelos entre os chefes da diplomacia do membros permanentes do Conselho de Segurança.