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Bush e republicanos de acordo quanto a interrogatórios a terroristas suspeitos

George W.Bush e os republicanos com representação no Senado chegaram a acordo sobre a criação de regras para interrogatórios e julgamentos de prisioneiros estrangeiros suspeitos de terrorismo. O projecto-lei vai a votação no Congresso na semana que vem. O documento prevê a continuação das actividades da CIA no combate ao terrorismo. O presidente norte-americano mostra-se satisfeito com o acordo com os republicanos pois preserva a única forma que George W.Bush considera ser a indicada para travar ataques terroristas. A actividade da CIA neste domínio vai continuar. O chefe de Estado anuncia ainda que vão ser criados tribunais militares para levar os suspeitos a enfrentar a justiça. Em suma, o presidente acredita que o acordo é o que os americanos desejam.

Um conselheiro de Defesa da Casa Branca revelou mais tarde aos jornalistas que as regras colocam limites ao acesso dos suspeitos a informação confidencial, ou seja, asseguram que nenhuns dados serão fornecidos ao suspeito ou ao advogado.

Bush volta a assumir uma posição firme face às críticas internacionais sobre as detenções de prisioneiros, por exemplo, na base de Guantánamo em Cuba que até hoje não têm julgamento marcado. A Casa Branca apressa-se a mostrar tribunais onde alegadamente vão decorrer as sessões, e continua a negar a utilização da tortura nos interrogatórios dos supeitos detidos.

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