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Estónia pressionada a apresar cargueiro suspeito de transportar resíduos tóxicos

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Estónia pressionada a apresar cargueiro suspeito de transportar resíduos tóxicos

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A resposta ao mistério dos resíduos tóxicos disseminados na Costa do Marfim pode encontrar-se no porto de Paldiski, na Estónia. O alarme foi dado pela Greenpeace, que desde ontem, montou um bloqueio ao porto para evitar a saída de um cargueiro que teria transportado os resíduos tóxicos em Agosto. A organização ecologista reclama o apresamento da embarcação de pavilhão panamiano e a apreensão dos documentos a bordo, assim como um inquérito à empresa holandesa que afretara o navio em Agosto.

Uma exigência recusada pelas autoridades portuárias estónias que afirmam que a embarcação não transporta matérias perigosas. Ontem a polícia chegou mesmo a deter 4 activistas da Greenpeace por violarem as regras portuárias.

Mas a pressão sobre Talinn monta agora de tom. O governo da Costa de Marfim exigiu por sua vez que as autoridades estónias apresem e investiguem o navio. Afinal a única pista para descortinar a origem dos residuos tóxicos disseminados clandestinamente na Costa do Marfim e que até agora já mataram 8 pessoas intoxicando milhares no país.