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Ségolène Royal face a novo ataque devido a antiga operação dos serviços secretos franceses contra Greenpeace

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Ségolène Royal face a novo ataque devido a antiga operação dos serviços secretos franceses contra Greenpeace

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Vinte e um anos depois da sabotagem do Rainbow Warrior, o caso ressurge para lançar a polémica nas corrida às presidenciais francesas. Em Julho de 1985, os serviços secretos franceses faziam explodir o barco da Greenpeace no porto de Auckland, na Nova Zelândia. O caso ressurgiu na sexta-feira com as as revelações sobre o envolvimento no caso de um dos irmãos de Ségolène Royal na operação, que custou a vida a Fernando Pereira, um militante da organização ecologista que protestava contra os testes nucleares na Polinésia francesa.

A principal pretendente dos Socialistas à corrida às às presidenciais de 2007 diz-se surpreendida por a polémica ter surgido um dia depois do anúncio da sua candidatura. Ségolène Royal não sabe se é uma coincidência, mas envia os jornalistas para o Ministério francês da Defesa se desejarem mais informações.

O caso ressurgiu com a entrevista de Antoine Royal, irmão de Ségolène, ao Le Parisien afirmando que o irmão Gérard lhe disse que foi ele que colocou a bomba. Mas ontem, um agente secreto garantiu que Gérard Royal apenas conduziu um dos barcos, o que já se sabia desde 1995. A justiça neozelandesa prendeu, julgou e expulsou dois agentes secretos franceses, mas agora vai reabrir o dossiê.