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Homicida ataca em escola Amish

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Homicida ataca em escola Amish

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A comunidade Amish continua sem perceber as razões que levaram um homem de 32 anos a entrar numa escola, a disparar sobre crianças e a suicidar-se em seguida. Os Amish são por tradição pacifistas e vivem da mesma forma que os seus antepassados quando emigraram para os Estados Unidos há dois séculos: às portas da modernidade, sem electricidade nem armas de fogo.

A polícia norte-americana avança já alguns elementos embora os pormenores sejam, por agora, desconhecidos. Aparentemente, o assassino, que não pertencia há comunidade, quis vingar-se de “algo que lhe sucedeu há vinte anos”. Ainda de acordo com um dos responsáveis da polícia do Estado da Pensilvânia, o homicida deixou várias notas escritas que dão conta que era um homem “amargurado com a vida” e “com Deus”.

Três crianças tiveram morte imediata, duas morreram na sequência dos ferimentos e cinco permanecem em estado crítico. Uma das residentes da comunidade refere que esta é uma situação devastadora, para as famílias e para as crianças que assistiram à tragédia. Um trauma, sublinha, já que “as crianças nunca viram nada do género” pois entre os Amish não há televisores. A polícia acredita que o atirador nada tinha contra a comunidade e que a escolha desta escola se deveu à ausência de segurança. Este foi o terceiro ataque mortal numa escola do país durante a última semana.