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Estados Unidos procuram apoio global para aplicar sanções a Pyongyang

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Estados Unidos procuram apoio global para aplicar sanções a Pyongyang

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“As sanções contra a Coreia do Norte devem doer”, a reacção da diplomacia americana foi confirmada pelas palavras do presidente americano. George W. Bush, que colocou Pyongyang no eixo do mal e acusa o regime comunista de ser um dos maiores proliferadores mundiais de tecnologia de mísseis, que transfere para o Irão e para a Síria.

Bush procura defender-se das acusações dos democratas de ter fechado os olhos ao perigo. Uma posição defendida também por Willem van der Geest. Para o director do Instituto europeu para os Estudos Asiáticos, os americanos agiram afinal de forma ligeira, talvez pelo facto de estarem preocupados com o Iraque e o Afeganistão e não quisessem desviar a atenção. E acrescenta: “Agora, estão face a uma má região e não podem continuar a colocá-la em segundo plano. Têm de lidar com ela e se não conseguirem que os chineses ajam de forma mais dura terão se ser eles próprios a envolver-se mais”.

Não se sabe se China e Rússia vão apoiar novas sanções. Mas também a União Europeia considera inaceitável que a Coreia do Norte se transforme na nona potência nuclear mundial. Um factor de instabilidade para a região e que se agravou desde dois mil e cinco, quando Pyongyang abandonou as negociações a seis em protesto contra as sanções americanas em vigor.