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Washington e Pequim reaproximam posições sobre Coreia do Norte

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Washington e Pequim reaproximam posições sobre Coreia do Norte

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Estados Unidos e China estão de acordo sobre a aplicação de sanções à Coreia do Norte, mas divergem sobre alguns pontos da resolução, o que pode adiar o voto na ONU até à próxima semana. Os dois países estão de acordo sobre a necessidade de “medidas fortes” contra a Coreia do Norte embora a linguagem do texto coloque problemas. Na ONU prosseguem as negociações. John Bolton, embaixador americano nas Nações Unidas, espera que o texto possa ser votado no final da semana, depois de ter encontrado o homólogo chinês para debater a a resolução.

No entanto, a China e a Rússia consideram difícil que a resolução seja votada antes da próxima semana. Dúvidas expressas também pela chefe da diplomacia americana.

Pequim é favorável a sanções mas com base só numa parte do capítulo sete da Carta das Nações Unidas, retirando assim a referência ao uso da força militar. Segundo Wang Guangya, embaixador chinês na ONU, “a necessidade de enviar uma mensagem forte e clara é um objectivo comum dos membros do Conselho”, mas evoca as divergência sobre a linguagem, para tornar a resolução eficaz e permitir esforços diplomáticos.

A tensão na península coreana subiu na segunda-feira com o anúncio de um teste nuclear norte-coreano.

O Japão reforçou já as suas sanções contra o regime de Kim Jong-Il, enquanto este mantém a provocação garantindo que uma resolução da ONU será considerada uma declaração de guerra.