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Pyongyang resiste à pressão da ONU e estará a preparar segundo ensaio nuclear

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Pyongyang resiste à pressão da ONU e estará a preparar segundo ensaio nuclear

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Na celebração dos 80 anos da União Abaixo o Imperialismo, fundada pelo pai do actual líder Kim Jong-Il, as autoridades norte-coreanas reiteraram a vontade de resistir à pressão internacional e às sanções das Nações Unidas. regime de Pyongyang considera que a Resolução 1718 da ONU aprovada por unanimidade no sábado passado é uma declaração de guerra.

Nos últimos dias, foram detectadas novas movimentações na zona do primeiro ensaio nuclear norte-coreano, fazendo temer uma repetição do teste de 9 de Outubro.

Entretanto, os negociadores norte-americano, sul-coreano e russo têm-se desdobrado em contactos para tentar conter as aspirações nucleares de Pyongyang.

O enviado norte-americano Cristopher Hill considera que “um segundo ensaio nuclear seria uma resposta beligerante da Coreia do Norte à comunidade internacional. A República Popular Democrática da Coreia tem de compreender que a comunidade internacional não vai aceitar que se torne um estado nuclear.”

Enquanto a secretária de Estado Condoleezza Rice prossegue o périplo asiático para defender o cumprimento efectivo das sanções, a China reforçou a vigilância da fronteira comum com a Coreia do Norte, não só para fazer cumprir a Resolução 1718, mas também por temer que uma queda de regime resulte num afluxo anormal de refugiados norte-coreanos.