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Estados Unidos reúnem apoios para pressionar a Coreia do Norte

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Estados Unidos reúnem apoios para pressionar a Coreia do Norte

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Depois de Tóquio, Condoleezza Rice foi a Seul pedir o apoio do Governo sul-coreano no aumento das pressões sobre a Coreia do Norte. A secretária de Estado norte-americana foi recebida pelo seu homólogo Ban Ki-moon, o próximo secretário-geral da ONU e teve ainda um encontro a 3 com o ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Taro Aso. Entretanto, a China enviou uma delegação a Pyongyang para dizer a Kim Jong-Il que Pequim não quer ver novos testes nucleares.

No Sul da península, Rice explicou que “é importante que todos percebam o tipo de pressão que é necessário exercer para que a Coreia do Norte regresse às conversações a seis e negoceie de forma séria o desmantelamento do seu programa de armamento nuclear”.

A visita de Rice provocou protestos junto à embaixada norte-americana na capital sul-coreana. As manifestações reuniram por um lado opositores às sanções aplicadas a Pyongyang, que têm interesses económicos na Coreia do Norte e por outro grupos contra o regime de Kim Jong-Il.

Os diplomatas chineses já entregaram entretanto, uma “mensagem verbal” de Hu Jintao ao líder norte-coreano. A China tem um papel fundamental para a solução desta crise. Pequim tem sido o único aliado de Pyongyang nas últimas décadas. Um apoio que se traduz nomeadamente no fornecimento de 3/4 da energia consumida pela Coreia do Norte e de mais de metade dos alimentos.