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Crescem críticas às tropas no Iraque no mês mais mortífero do ano

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Crescem críticas às tropas no Iraque no mês mais mortífero do ano

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Outubro já foi considerado o mês mais mortífero do último ano no Iraque para as tropas norte-americanas com a confirmação de 81 vítimas. A notícia surge a par com uma onda crescente de criticismo sobre a permanência de tropas estrangeiras no país. Uma sondagem oficial indica que a maior parte da juventude iraquiana, mesmo os que residem fora do país, acredita que a saída de tropas estrangeiras facilitaria a descida da violência.

Em Washington, o agravamento da situação pode custar caro à administração nas eleições de 7 de Novembro. O senador democrata Carl Levin denunciou a situação e quer que a retirada das tropas seja decidida antes das eleições. Segundo os democratas é preciso impor um prazo ao governo iraquiano para assumir um maior controlo na segurança do país.

Só no Domingo, 22 pessoas foram mortas em quatro atentados. O mais violento vitimou 13 militares próximo de Bacuba.

Com a preocupação internacional a focar-se na escalada de violência que as tropas internacionais não conseguem atenuar, a controvérsia começa a alastrar-se às forças britânicas no Iraque. Alguns ministros admitem abertamente que um ano deve ser o prazo para a retirada.

O marido da rainha britânica, o príncipe Philip, fez no Domingo uma visita surpresa aos militares no sul do Iraque. Com 85 anos, disse à imprensa estar certo de que todo o Reino Unido simpatiza com os soldados que estão a tentar tornar a vida no Iraque mais civilizada.