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Líbia: Defesa de médico palestiniano e enfermeiras búlgaras muda de estratégia

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Líbia: Defesa de médico palestiniano e enfermeiras búlgaras muda de estratégia

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Os advogados de defesa do médico palestiniano e das cinco enfermeiras búlgaras acusados pelas autoridades líbias de serem responsáveis pela infecção de várias centenas de crianças com o vírus da sida no hospital de Benghazi mudaram de estratégia.

Os magistrados defendem que a propagação do vírus nas crianças deve-se “às péssimas condições de higiene, à negligência e à falta de material”. De acordo com o causídico do médico palestiniano a epidemia propagou-se “não devido às injecções, mas à repetida utilização das mesmas seringas”.

Os seis arguidos estão detidos na Líbia desde 1999 e são acusados de terem inoculado o vírus da sida em 426 crianças líbias, 51 das quais morreram.

O médico palestiniano e as enfermeiras búlgaras incorrem na pena de morte. A nova sessão do julgamento ficou marcada para o dia 04 de Novembro.