Última hora

Em leitura:

Polícia francesa detém cinco menores suspeitos de atacarem autocarro em Marselha


mundo

Polícia francesa detém cinco menores suspeitos de atacarem autocarro em Marselha

Cinco menores foram detidos no âmbito do inquérito
sobre a autoria do incêndio num autocarro em Marselha, no sábado à noite.

A polícia lançou uma operação por volta das seis da manhã no bairro onde se deu o incidente que acabou com uma vítima.

Os detidos, com idades compreendidas entre os 15 e os 17 anos, encontram-se em prisão preventiva e vão ser interrogados.

De acordo com o procurador-geral da república francês, Jacques Beaume, os cinco jovens são pouco
conhecidos da polícia excepto um que refere ser
“conhecido dos serviços de polícia” por crimes graves.

Beaume referiu ainda que o sistema de vídeo que se encontrava no autocarro foi entregue a um perito, mas desconhece se a câmara ficou ou não danificada.

Entretanto, na Universidade de Marselha os estudantes esperam que Mama Galledou, a jovem de 26 anos de origem senegalesa que se encontra entre a vida e a morte na sequência do ataque ao autocarro, possa um dia regressar às aulas.

Uma amiga de Mama Galledou afirma que “todos partilham com ela este momento difícil” e diz não saber “se ela o poderá ver um dia, mas é muito amada por todos.”

Moussa Koite, da Federação das Associações Islâmicas de África e das Antilhas, refere que “ela é vítima da estupidez humana” e diz que estas situações “devem ser combatidas”. “A falta de civismo não deve ser uma cultura” em França.

Este tipo de violência começa a ser habitual no país
e os números provam-no. Nos primeiros seis meses de 2006, mais de 20 mil automóveis foram queimados em todo o território nacional.

Saiba mais:

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

Artigo seguinte

mundo

Conservadores austríacos batem com a porta e recusam pertencer a coligação governamental