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Comunidade internacional critica morte de civis em Gaza

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Comunidade internacional critica morte de civis em Gaza

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A morte de 18 civis esta manhã em Gaza gerou uma onda de choque na comunidade internacional e fez aumentar a tensão nos territórios palestinianos. A Comissão Europeia, mas também diversas nações do Velho Continente e do Mundo árabe denunciaram o massacre israelita e apelaram à intervenção das Nações Unidas para conter a violência desproporcionada de Israel. O governo do Estado hebraico lamentou o sucedido e ordenou a interrupção dos bombardeamentos para levar a cabo um inquérito-relâmpago destinado a investigar as circunstâncias em que teve lugar a tragédia.

Em Damasco, Khaled Meshaal, líder do Hamas exilado na capital síria, anunciou que o movimento vai retaliar contra Israel. Sem dar ao Estado hebraico uma desculpa para matar mais palestinianos, a resistência vai responder com acções, não com palavras. De acordo com um porta-voz militar, a operação do Tsahal destinou-se a conter o lançamento de foguetes Qassam contra o território de Israel.

Por isso, o inquérito vai averiguar por que motivo foi visada uma zona residencial de Beit Hanoun, quando as plataformas de lançamento se encontravam a cerca de 1 quilómetro.

Os projécteis lançados esta manhã pela artilharia israelita atingiram sete edifícios da pequena localidade do norte da Faixa de Gaza.

De acordo com fonte dos serviços de saúde palestinianos, no ataque morreram, pelo menos, 18 pessoas, entre as quais sete crianças e quatro mulheres.

Treze das vítimas pertenciam à mesma família.

Entretanto, também na Cisjordânia, em Jénine, o Tsahal abateu quatro militantes e um civil palestinianos.