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Armistício comemorado dos dois lado da Mancha

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Armistício comemorado dos dois lado da Mancha

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A França comemora mais uma vez o Armistício da Primeira Guerra Mundial e pela primeira vez, desde 2003, os quatro últimos combatentes vivos assistem às cerimónias no Arco do Triunfo em Paris. 88 anos depois do fim do conflito de 1914-18, René Riffaud, de 107 anos, o mais novo do grupo de sobreviventes, guarda ainda recordações fortes desse período negro da história do mundo que se saldou na morte de nove milhões de pessoas e 200 milhões de feridos uma grande parte mutilados.
O Presidente da Republica e o primeiro-ministro franceses presidem as cerimónias em Paris onde em 1995 alguns dos veteranos receberam o reconhecimento do Estado que lhes atribuiu a medalha da Legião de Honra.

Há vinte anos eram ainda 90 mil os antigos combatentes vivos hoje apenas quatro, depois da morte ontem de Maurice Floquet o mais velho dos sobreviventes morreu com a idade de 111 anos. Floquet que recebeu a sua medalha de honra apenas o ano passado, encontrava-se acamado há várias semanas e já não podia ter visitas, segundo a família. Na altura do Natal faria 112 anos.