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Swift não cumpre norma do segredo bancário

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Swift não cumpre norma do segredo bancário

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A Sociedade Mundial Interbancária Financeira e de Telecomunicações, Swift, violou as leis europeias sobre a privacidade bancária? Para os peritos da União Europeia tudo indica que sim, mas só na reunião da próxima semana, em Bruxelas, o seu veredicto será conhecido. A Swift permitiu às autoridades norte-americanas o acesso a ficheiros de registo de milhões de transacções privadas.

O seu responsável, Leonard Schrank, insiste na legalidade da decisão, mas está convencido que Bruxelas não emitirá um parecer positivo. Para os responsáveis do Swift, os dados fornecidos ajudaram a conduzir investigações na luta contra o terrorismo. Schrank critica fortemente a União Europeia, que acusa de não levar a sério a questão da segurança.

A Swift está no centro da controvérsia desde que o New York Times revelou a espionagem das transacções financeiras por parte do Departamento do Tesouro norte-americano. Mais uma acha nas tensões transatlânticas por causa da privacidade iniciadas com os dados dos passageiros que viajam para os Estados Unidos.