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Mundo reage ao assassinato de Gemayel

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Mundo reage ao assassinato de Gemayel

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O pai do ministro assassinado, o antigo Presidente libanês Amin Gemayel, enumerou os membros da sua família que foram martirizados e fez um apelo. “Tenho um desejo. Que seja uma noite de prece para que possamos reflectir no significado deste martírio e como podemos proteger este país. Apelo às pessoas, aqueles que se orgulham do martírio do Pierre, preservem a sua causa. Nada de reacções ou vinganças.

Saad Hariri, filho do antigo primeiro-ministro Rafic Hariri assassinado em Fevereiro do ano passado, disse que a revolução do cedro está a ser atacada e apontou o dedo à Síria: “O que foi prometido está a ser cumprido. Querem assassinar todas as pessoas livres”.

Washington reagiu através do subsecretário de Estado, Nicholas Burn: “Estamos chocados com este assassínio. Consideramos ser um acto terrorista. Vemos este acto como sendo um acto de intimidação e acreditamos ser responsabilidade de todos os países apoiarem o governo de Faoud Siniora e oporem-se aos que tentam dividir o Líbano ou fazer regressar a violência à vida política do Líbano.”

Numa conferência de imprensa conjunta com a sua homologa britânica, a ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, lamentou a morte do ministro libanês. A chefe da diplomacia britânica Margaret Beckett espera não existirem repercussões: “Esperamos muito que, o que quer que seja que esteja por detrás seja algo isolado, porque, obviamente, estamos todos ansiosos em reconstruir o Líbano e não presenciar mais morte e destruição.”