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O enredo sobre a morte Alexandre Litvinenko complica-se

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O enredo sobre a morte Alexandre Litvinenko complica-se

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As autoridades britânicas detectaram mais vestígios radioactivos em pelo menos dois locais do centro de Londres, incluindo dois edifícios de escritórios no centro da cidade, onde a polícia esteve já a proceder a mais buscas e análises. Um desses edifícios é propriedade de Boris Berezovski, milionário russo exilado no Reino Unido e amigo do espião envenenado.

Ao todo são já cinco os locais onde foram detectados vestígios de Polónio 210 o veneno que matou o ex-espião russo. Pat Troop, da agência britânica de saúde pública anunciou que três pessoas vão ser submetidas a análises de radiação mas assegura que os riscos para a saúde pública são baixos. O ministro da Administração Interna, Jonh Reid, confirmou que foram encontrados sinais de Polónio 210,na casa do ex-agente, no hospital onde esteve internado, bem como no restaurante e no hotel onde esteve no dia em que se começou a sentir mal, a 01 de Novembro.

Alexander Litvinenko, de 43 anos, morreu quinta-feira num hospital de Londres vítima de uma dose maciça de radiação.
Litvinenko recebeu asilo no Reino Unido em 2000, depois de abandonar os serviços secretos russos.
Numa carta que ditou antes de morrer, o ex-espião acusou Vladimir Putin de envolvimento na sua morte.