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Apoiantes de Pinochet prestam última homenagem

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Apoiantes de Pinochet prestam última homenagem

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Santiago começou a despedir-se esta segunda-feira do general Pinochet, um dia depois da morte do antigo ditador. A notícia provocou uma torrente de emoções num país que ainda não esqueceu os 17 anos de uma ditadura sangrenta. Centenas de apoiantes e alguns familiares, entre os quais se incluiam filhos e netos, desfilaram diante do corpo do antigo ditador que está exposto em câmara ardente na Academia militar.

No exterior, entre rezas e choro, centenas de simpatizantes do regime que governou o Chile com mão de ferro entre 1973 e 1990 rumaram à capela da academia militar para uma última homenagem. Considerado por uns como o salvador da pátria contra o comunismo e por outros um assassino que fugiu à justiça, o antigo chefe de Estado continua a dividir o Chile.

O governo chileno já anunciou que o general não terá direito a um funeral de Estado estando prevista apenas uma cerimónia fúnebre militar. Uma decisão contestada pela família que anunciou que o funeral se realiza esta terça-feira devendo o corpo de Pinochet ser cremado.