Última hora

Última hora

Estados-membros estudam nova polítca de alargamento na Cimeira de Bruxelas

Em leitura:

Estados-membros estudam nova polítca de alargamento na Cimeira de Bruxelas

Tamanho do texto Aa Aa

O alargamento da União Europeia deverá ser feito num ritmo mais lento, de modo a que os potenciais Estados-membros tenham tempo para reformarem as instituições nacionais. É a tendência a seguir pelos 25 Estados-memrbos no futuro e que deverá ser confirmada na cimeira que dura até sexta-feira em Bruxelas. A polémica sobre a eventual adesão da Turquia deverá ficar como uma pedra no sapato, tal como continua em banho-maria a nova constituição europeia. Depois do NÃO francês e holandês à magna carta em referendo, os 25 são obrigados a resolver o impasse se querem mesmo uma União Europeia alargada.

A Roménia e a Bulgária entram para o espaço europeu já em Janeiro. Mas o comissário para o Alargamento, Ollie Rehn, já veio dizer que para entrar mais um país na União, o impasse sobre a constituição terá se ser ultrapassado. Nesse sentido, França, que se apresenta como um dos países mais hostis ao alargamento, está a fazer pressão para que seja feito um estudo de impacto global e individual e sobretudo económico sobre os compromissos da União.

Amanda Akcakoca, uma analista de política europeia, considera que alguns estados-membros deveriam ter uma atitude mais madura, em vez de por exemplo dar um sentido negativo à eventual adesão da Turquia. Tal não poderá acontecer antes dos próximos 15 ou 20 anos, é muito tempo e muitas coisas podem mudar até lá. Para além da Turquia, com quem as relações foram parcialmente congeladas, há mais seis potenciais candidatos à entrada na União: a Croácia,a Macedónia, a Albânia, o Montenegro, a Bósnia-Herzgovina e a Sérvia. No caso específico da Sérvia, nada deverá avançar enquanto a cooperação com o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia não for plena.