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Scotland Yard revela conclusões sobre morte de princesa Diana

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Scotland Yard revela conclusões sobre morte de princesa Diana

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A polícia britânica divulga hoje a conclusão do relatório sobre a morte da princesa Diana em 31 de Agosto de 1997. De acordo com a imprensa, a Scotland Yard chegou às mesmas conclusões que as autoridades francesas revelaram há quatro anos: tudo não passou de um acidente. Henry Paul, o condutor do carro onde seguia a princesa e Dodi Al Fayed despistou-se no túnel d’Alma em Paris, enquanto eram perseguidos por um grupo de paparazzis. Ía depressa demais, conduzia a 160 quilómetros/hora e estava alcoolizado. Ou seja, cai por terra a teoria de um complô organizado para assassinar Diana. Há pelo menos duas pessoas que não acreditam na tese do acidente.

Uma delas é o pai de Dodi Al Fayed. Mohammed Al Fayed está desiludido e não espera que a polícia alguma vez revele a verdade. Segundo Al Fayed, Diana estava grávida, uma ideia insuportável para a monarquia britânica, apesar de na época a princesa já estar separada do principe Carlos. Um habitante de Londres acha que se gastou tempo e dinheiro demais com a história, parece-lhe óbvio que Diana foi vítima de um acidente em que o condutor tinha excesso de alcool, por isso não valia a pena apostar em teorias de conspiração.

Mas o certo é que, apesar de haver dois relatórios policiais sobre o que passou, um britânico e outro francês concluído em 2002, há pormenores por esclarecer. A família do condutor da viatura, Henry Paul, garante que o sangue analisado não era o de Henry Paul e que ele tão pouco era alcoólico. Segundo o Observer, os serviços secretos britânicos descobriram, sem o revelar, que a CIA fez escutas telefónicas de Diana no dia da morte. E o Fiat Uno branco que se aproximou do carro onde Diana seguia pouco antes do embate nunca mais foi encontrado. Com o fim do inquérito policial, começa no mês que vem o inquérito judiciário.