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UE discute alargamento e imigração em Bruxelas

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UE discute alargamento e imigração em Bruxelas

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Maio de 2004: a Europa comemora a entrada simultânea de 10 novos Estados membros. Um momento que não terá sido visto da mesma forma por todos os parceiros europeus e que lançou dúvidas em parte do bloco sobre a necessidade de continuar o processo de alargamento.

Os efeitos desse descontentamento não se fizeram esperar. Um ano após a grande ampliação do mapa europeu, a França e a Holanda chumbavam a constituição europeia em referendo. Outra consequência do impasse: Países como a Croácia e outros estados dos Balcãs ficam em lista de espera.

O futuro do alargamento está directamente ligado à aprovação de um tratado constitucional uma vez que a UE, depois da entrada da Roménia e da Bulgária, não poderá funcionar com mais de 27 membros. Resta aos líderes europeus insistir na reforma das instituições do Bloco, uma medida que só pode ser posta em prática com uma constituição.

Por outro lado, esta última cimeira de 2006 vai procurar o reforço de uma política de europeia de imigração. De um pacote de medidas concretas a tomar, destaque para a criação de forças navais conjuntas para patrulhar as águas do Sul do continente, o aumento dos meios da agência europeia de fronteiras, a introdução de mais meios contra o trabalho ilegal e melhores controlos fronteiriços.

Desfeita, em príncipio, a possibilidade de a adesão turca provocar algum precalço de maior, depois da decisão recente de congelamento parcial de alguns pontos das negociações, resta aos dirigentes europeus centrarem-se no impasse institucional.