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Bruxelas deixa porta entreaberta para a Turquia

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Bruxelas deixa porta entreaberta para a Turquia

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A Europa não pode expandir-se sem primeiro reformar as suas instituições. Esta é a ideia chave que ficou da última cimeira de chefes de Estado e de Governo sob presidência finlandesa. Foi de resto uma ideia reforçada pela chanceler Angela Merkel cujo país assume a liderança rotativa da UE a partir de 1 de Janeiro.

Depois da entrada da Bulgária e da Roménia para os últimos lugares disponíveis no comboio europeu, a UE endurece critérios para futuros candidatos, como sublinha o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso que fala num “consenso baseado em 3 Cs: consolidação, condicionalidade e comunicação” acrescentando que “esta cimeira envia uma mensagem que diz que a nossa casa continua aberta. Nós encorajámos as aspirações dos estados dos balcãs e deixámos claramente a porta aberta para a Turquia”.

Deste encontro salvam-se os progressos conseguidos a nível de política comum de imigração e a constatação de que é necessário relançar o texto constitucional por forma a viabilizar uma Europa a 27 e mais tarde a 28 com a entrada da Croácia. Os 25 puseram em marcha uma série de medidas concretas que passam pela criação de forças navais conjuntas para patrulhar as fronteiras marítimas no sul do continente. E ainda o reforço dos meios da Agência de Controlo de Fronteiras.