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Hamas acusa guardas do presidente de tentativa de assassínio do primeiro-ministro palestiniano

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Hamas acusa guardas do presidente de tentativa de assassínio do primeiro-ministro palestiniano

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O Hamas acusa as forças da Guarda Presidencial de tentativa de assassínio do primeiro-ministro Ismail Haniyeh. Depois de oito horas bloqueado na fronteira de Rafah, impedido pelas forças israelitas de entrar em território palestiniano, o chefe de governo conseguiu finalmente chegar à Faixa de Gaza. A Guarda Presidencial desmentiu as acusações do Hamas. Ao chegar à Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh prometeu não ficar de braços cruzados.

O bloqueio das forças israelitas ao regresso do primeiro-ministro provocou confrontos entre militantes do Hamas e da Guarda do presidente Mahmoud Abbas. Uma coluna de viaturas que acompanhou Ismail Haniyeh desde que deixou a parte egípcia de Rafah e entrou em território palestiniano. No meio da confusão, cinco pessoas ficaram feridas, incluindo um filho do primeiro-ministro, um guarda-costas de Hanyeh foi morto. Militantes do Hamas chegaram a tomar o controlo do terminal de Rafah.

Israel tentou impedir a entrada do chefe de governo no território por haver rumores de que levava 35 milhões de dólares proveninentes de países como o Irão e o Sudão, que visitou nos últimos dias. Terá conseguido regressar a Gaza
depois de um acordo entre o Egipto e Israel, em que o chefe de governo palestiniano terá sido obrigado a deixar o dinheiro em território egípcio. Israel e parte da comunidade internacional mantêm um boicote económico aos territórios palestinianos desde que o Hamas foi eleito para o executivo.