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Sérvia desapontada com cimeira europeia

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Sérvia desapontada com cimeira europeia

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Um candidato que não terá gostado dos desenvolvimentos desta cimeira europeia é a Sérvia. A UE reafirmou no primeiro dia do encontro que se Belgrado quer fazer parte do Bloco terá de se esforçar na cooperação com o TPI. As negociações de adesão foram congeladas em Maio passado depois de os sérvios não terem conseguido deter o antigo chefe militar Ratko Mladic.

O presidente sérvio Boris Tadic afirma que “durante os próximos anos a circunstâncias vão ser diferentes, com um novo clima na União Europeia” e diz acreditar que “a questão do alargamento vai melhorar dentro de 4 anos, período durante o qual a Sérvia tem que introduzir reformas”

Indissociável da questão do alargamento está a questão constitucional, que vive ainda um impasse. Os dirigentes europeus garantem ter desbloqueado a questão constitucional, através de consultas mantidas confidenciais, promovidas pela presidência finlandesa da UE junto das capitais europeias.

No entanto, a questão que permanece é: Poderá a presidência de Helsínquia ter coincidido com o fim do chamado período de reflexão? A resposta talvez seja dada durante os próximos 6 meses quando a presidência rotativa da UE for assegurada pela Alemanha.