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Bielorrússia responde a Moscovo com ameaças

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Bielorrússia responde a Moscovo com ameaças

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A Bielorrússia contra-ataca no braço de ferro que mantém com a vizinha Rússia, a respeito do preço do gás. Minsk diz que se o grupo russo Gazprom cumprir a ameaça, ou seja, cortar o fornecimento de gás, a Bielorrússia deixa de transportar o gás russo ao resto da Europa através dos gasodutos que passam pelo território do país.

Em resposta aos bielorrussos, que não aceitam o quadruplicar dos preços proposto por Moscovo, um porta-voz da Gazprom diz apenas que “a empresa não é o Pai Natal”.

A Gazprom, controlada pelo governo russo, impõe um aumento dos 46 para os 200 dólares por mil metros cúbicos. Em troca, propõe a compra da empresa bielorrussa Beltransgaz, um negócio recusado por Minsk.

A Bielorrússia diz que não lhe vai faltar gás, se se confirmar o fecho das torneiras a um de Janeiro. Este braço-de ferro é uma repetição do que se passou no ano passado, com a Ucrânia.