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Presidência alemã da UE quer criminalizar negacionismo

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Presidência alemã da UE quer criminalizar negacionismo

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A negação do Holocausto deve ser considerada um crime e sancionada em toda a União Europeia. A luta contra a extrema-direita é uma das prioridades da ministra alemã da Justiça, Brigitte Zypries, cujo país assume a presidência rotativa da União Europeia (UE) durante este semestre.

“Queremos estabelecer uma pena mínima para os actos violentos de xenofobia e racismo”, diz a ministra, que acrescenta: “Há muito que, na União, trabalhamos neste projecto, mas ainda não conseguimos chegar a um acordo.” Uma referência à Itália, que, até aqui, se tem oposto ao projecto. No entanto, o novo governo de Romano Prodi já fez saber que pode mudar de opinião, abrindo assim a via à aprovação de uma nova directiva. Yzpries declarou, contudo, que os símbolos do antigo bloco comunista não se incluem neste projecto de directiva, por merecem um debate à parte.