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ETA diz que matém a trégua

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ETA diz que matém a trégua

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A ETA rompe o silêncio dez dias depois do atentado de Barajas para reivindicar a autoria do ataque bombista que matou dois emigrantes equatorianos. A organização separatista basca enviou um comunicado ao diário Gara onde afirma que “o cessar-fogo permanente iniciado a 24 de Março continua em vigor”.

A explosão de um carro armadilhado dia 30 de Dezembro no terminal quatro do aeroporto madrileno rompe abruptamente nove meses de tréguas e fere de morte o processo negocial de paz iniciado com o governo de José Luis Rodrigues Zapatero. A reacção da ETA surge no dia seguinte ao encontro entre o primeiro-ministro, José Luís Rodrigues Zapatero e o líder da oposição, Mariano Rajoi numa busca de união contra o terrorismo. O chefe do braço político da ETA, Arnaldo Otegi, responsável pelo ilegalizado batasuna exortou ontem os separatistas a respeitar o cessar-fogo permanente e a cumpri o acordo de 24 de Março.