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Rússia e Japão impõem embargos a aves britânicas após descoberta de surto em Suffolk

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Rússia e Japão impõem embargos a aves britânicas após descoberta de surto em Suffolk

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O surto de gripe das aves na Inglaterra colocou a Europa em alerta e as repercussões multiplicam-se. Na exploração do maior produtor europeu de aves, a Bernard Mathews, em Suffolk, no Leste de Inglaterra, foram abatidas cerca de 160 mil aves e tenta-se apurar como o vírus H5N1, igual ao detectado no mês passado na Hungria, infectou as aves confinadas.

O secretário de Estado britânico do Ambiente, Ben Bradshaw, afirma que a prioridade é controlar o vírus, erradicá-lo e impedi-lo de alastrar, mas acrescenta que poderão nunca saber qual a origem da contaminação.

Para já as medidas de prevenção e confinamento de aves estão implementadas apenas numa área de dez quilómetros em redor da quinta infectada.

No ano passado, a gripe das aves afectou 14 países europeus. Agora, a Comissão Europeia lança um apelo à vigilância.

O comissário europeu da Saúde, Markos Kyprianou, defende que os Estados membros devem estar prontos a reagir e proteger a indústria aviária e a agricultura, que se deve tratar como uma doença animal e minimiza o risco de pandemia.

Os peritos veterinários europeus reúnem-se amanhã, mas vários países já tomaram medidas. A indústria aviária britânica é a segunda maior da Europa e sofre as consequências. A Rússia e o Japão já decretaram embargos.