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Oficial norte-americano começa a ser julgado por ter recusado combater no Iraque

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Oficial norte-americano começa a ser julgado por ter recusado combater no Iraque

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Ehren Watada, o oficial do exército norte-americano que contestou o destacamento para o Iraque, começou a ser julgado em tribunal marcial. Watada, de 28 anos, entrou para as forças armadas dos Estados Unidos em Março de 2003, recusou em Junho integrar o contingente da divisão de infantaria destinado a partir para o Iraque.

O oficial desempenha agora funções administrativas em Fort Lewis. Os argumentos para a recusa foram tornados públicos pelo próprio militar, o primeiro oficial a contestar uma ordem de comando relacionada com a guerra no Iraque.

Várias personalidades e movimentos pacifistas organizaram manifestações de apoio. Um norte-americano diz que apoia Watada porque é o mesmo que contestar a política de guerra do presidente Bush; Um veterano de guerra considera que Watada é um homem corajoso e que esta situação é insustentável.

A Amnistia Internacional garante que pelo menos três soldados não graduados foram antes condenados a penas de 12 a 15 meses de prisão. Ehern Watada incorre numa pena até quatro anos de prisão, por comportamento considerado impróprio para um oficial do exército.

Watada diz que a Constituição norte-americana lhe permite recusar combater numa guerra imoral e ilegal e mostra-se pronto a integrar os contigentes norte-americanos em todas as partes do mundo, menos no Iraque.