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Fuzileiro americano vai ser julgado pela morte de agente secreto italiano

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Fuzileiro americano vai ser julgado pela morte de agente secreto italiano

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Um fuzileiro norte-americano vai ser julgado à revelia a partir do próximo mês de Abril pela morte, em Bagdad, em Março de 2005, do agente secreto italiano Nicola Calipari. O homicídio, que o tribunal italiano vai julgar como voluntário e dupla tentativa de homicídio, deu-se quando a patrulha do arguido americano Mario Lozano interceptou a viatura do agente italiano na estrada do aeroporto da capital iraquiana. Nicola acabava de libertar a jornalista italiana Giulana Sgrena, raptada durante um mês, e ia levá-la ao aeroporto.

A jornalista italiana está convicta de que a acção a visava eliminar: Afirma querer sobretudo a verdade. Se o advogado de defesa de Lozano alega que ele obedeceu a ordens superiores para fazer o que fez, então ela exige saber quem o ordenou e o quê.

Os Estados Unidos asseguram que os militares se comportaram de maneira regulamentar e que as autoridades americanas não os preveniram da operação que visava pôr fim ao sequestro. A Itália considera que os militares americanos que controlavam estrada eram inexperientes e erraram.