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Justiça americana aceita receber queixa conjunta de funcionárias contra a Wal Mart por discriminação

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Justiça americana aceita receber queixa conjunta de funcionárias contra a Wal Mart por discriminação

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Ganha contornos o que será o maior processo por discriminação de mulheres nos Estados Unidos. O acusado é Wal Mart, número um mundial da grande distribuição e maior empregador americano. Um tribunal da relação da Califórnia considera aceitável uma acção conjunta de funcionárias do grupo e abre portas à queixa de um milhão e seiscentas mil empregadas desde noventa e oito.

Betty Dukes lidera a queixa e afirma que dizem a verdade, que apenas constatam os factos. As empregadas afirmam que o seu salário era muito inferior aos dos colegas masculinos no mesmo posto e que apenas receberam um terço das promoções quando representam dois terços da força laboral.

Christine Kwapnoski explica que ganhava metade do salário dos homens que ela formava. A Wal Mart, que emprega actualmente um milhão e trezentas mil pessoas, vai recorrer da decisão. Se perder, poderá vir a pagar dezenas de milhões de dólares de indemnização e servir de exemplo para enviar uma mensagem contra a discriminação.