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Festa na sede do partido socialista e nas sedes de campanha dos movimentos pró aborto em Lisboa

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Festa na sede do partido socialista e nas sedes de campanha dos movimentos pró aborto em Lisboa

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9 anos depois, a maioria dos eleitores portugueses voltou a ficar em casa em dia de referendo à interrupção voluntária da gravidez. Mas ao contrário do que aconteceu em 1998, desta vez, os defensores do sim puderam festejar.

Apesar da abstenção o primeiro-ministro José Sócrates está disposto a legalizar a IVG. Agora cabe ao executivo liderado por sócrates e à maioria socialista legislar sobre a futura lei do aborto. Um tema que de resto constava do programa eleitoral que conduziu sócrates ao poder.

Depois de apurada a votação em todas as freguesias do país, os números registam uma abstenção de 56, 39 por cento, tendo o sim registado perto de 60 por cento dos votos expressos

Do lado derrotado, o presidente do CDS-PP foi o primeiro líder partidário a reagir aos resultados da consulta popular sobre despenalização do aborto.

José Ribeiro e Castro diz que a luta pela vida irá continuar.

Para os apoiantes do sim, e para a generalidade dos portugueses este poderá ter sido o princípio do fim do aborto clansdestino no país.