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Liberdade condicional para condenada a 5 penas de prisão perpétua

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Liberdade condicional para condenada a 5 penas de prisão perpétua

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Nunca se arrependeu dos crimes de sangue de que foi considerada culpada mas no próximo mês vai ser libertada apesar de cinco condenações a prisão perpétua. Detida em 1982, Brigitte Mohnhaupt, antiga militante do grupo terrorista alemão Facção do Exército Vermelho, beneficiou de uma lei que prevê liberdade condicional aos condenados a perpétua que tenham cumprido o mínimo de 25 anos de prisão.

“O tribunal considera que a acusada já não representa perigo. Tomando em consideração todos os aspectos relativos à segurança do público, podemos aceitar uma redução de pena neste caso específico”, anunciou uma representante do Supremo Tribunal de Estugarda.

A decisão surge numa altura em que o presidente Horst Koehler considera atribuir um indulto a Christiane Klar, antigo colega de Briggite Mohnhaupt, preso há 24 anos.

Briggite Mhonhaupt, que será libertada a 27 de Março, foi considerada culpada de cumplicidade ou envolvimento directo na morte de altas figuras da sociedade alemã em 1977, nomeadamente, o Procurador-Geral, Siegfried Bubak, o presidente do Dresdner Bank, Juergen Ponto, e o presidente da confederação patronal, Hanns Schleyer.