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Pilar Manjón, líder da associação de vítimas anti-PP, quer "olhar nos olhos de quem nos destruíu a vida"

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Pilar Manjón, líder da associação de vítimas anti-PP, quer "olhar nos olhos de quem nos destruíu a vida"

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O julgamento promete ser carregado de emoção. Pilar Manjón, presidente da Associação 11 de Março dos Sacrificados pelo Terrorismo, contra o Partido Popular, perdeu o filho no atentado, é o rosto carismático das vítimas. O jovem, Daniel Paz Manjón, tinha 20 anos, era estudante universitário de Educação Física

Pilar Manjón chegou à casa de Campo antes das 10 da manhã, menos uma hora em Lisboa.

Perante os jornalistas, afirmou: “o que vos posso dizer é que tenho as pernas a tremer, sinto nervoso miudinho no estômago, e é agora que vamos olhar nos olhos de quem nos destruíu a vida, com intensidade, com pensamento forte, porque nós somos as vítimas e eles são os carrascos.”

Pilar Manjón ficou célebre pela participação na Comissão de Investigação do 11 de Março, ao dizer que tinha chegado à conclusão de que o atentado poderia ter sido evitado.

E, como vítima, foi a mulher que pediu o fim da divulgação das imagens do ataque terrorista.