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Warner Music volta a aproximar-se de EMI

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Warner Music volta a aproximar-se de EMI

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A editora musical britânica EMI foi alvo de uma nova aproximação por parte da rival norte-americana Warner Music. Há sete anos que as duas empresas, que ocupam a terceira e quarta posições na lista das maiores deste sector, tentam comprar-se mutuamente, sem nunca terem chegado a acordo. A EMI diz que ainda não há uma proposta formal, mas vai estudar todas as opções.

A EMI está agora numa situação mais fragilizada, com dois alertas sobre lucros em pouco mais de um mês.

As duas editoras devem começar a negociar assim que a Comissão Europeia anunciar uma decisão definitiva quanto à projectada fusão entre a Sony e a BMG. A Universal Music, filial do grupo francês Vivendi Universal, é actualmente a maior empresa mundial deste sector, com 29% do mercado. Seguem-se a Sony, a EMI, a Warner e a BMG, todas com fatias bastante mais pequenas.

O “download” ilegal é o inimigo número um das editoras, que estão a apostar no mercado digital para vender música. No entanto, o crescimento dos “downloads” pagos, feitos a partir de sítios como o iTunes da Apple, não está a ser suficiente para contrariar o efeito da pirataria.

O CD, que há cerca de quinze anos é considerado o principal suporte musical, está a ter vendas em forte queda, nos últimos anos