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A China investe no militar

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A China investe no militar

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A china decide aumentar de 17,8% o orçamento destinado às forças militares, uma inquietação para a comunidade internacional apesar de Pequim não deixar de garantir o seu pacifismo. Há dez anos que o crescimento orçamental do exército chinês se faz a dois números. Em 2006 as despesas militares consumiram 7,4 % do orçamento total do Estado.
Este anúncio ocorre numa altura de recrudescimento da a tensão diplomática entre Washington e Pequin depois de o Estados Unidos terem confirmado a venda de mísseis a Tawian que reclama a independência da China.

“Estamos a fazer um grande esforço em busca de uma reunificação pcífica mas não iremos tolerar a independência nem permitiremos a ninguém que separe esta ilha da China” ameaça o porta-voz da Assembleia do Povo. Pequim mantém a pressão sobre Taiwan e 800 mísseis apontados à ilha rebelde separada do continente desde 1949. Acrescentando uma nota à preocupação internacional o governo chinês começou em Janeiro a testar uma arma anti-satélite tornando-se o terceiro país do mundo a conseguir este tipo de equipamento.