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Platini pede ajuda à Europa para acabar com violência no futebol

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Platini pede ajuda à Europa para acabar com violência no futebol

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Pontapé de saída para o fim da violência no futebol. Este é o sonho de Michel Platini, na véspera do encontro de gala entre o Manchester United e uma selecção da União Europeia, onde David Beckham será apenas umas das estrelas dirigidas pelo italiano Marcello Lippi. O jogo comemora os 50 anos do Tratado de Roma e outros tantos de participação do Manchester nas competições europeias.

Foi, pois em clima de festa, que o recém-eleito presidente da UEFA foi recebido em Bruxelas, pelo presidente da Comissão Europeia. Platini pede ajuda à União Europeia para pôr fim à violência que, muitas vezes, estraga a festa do futebol. O antigo internacional francês reconhece a impotência da UEFA face a uma violência que decorre mesmo fora dos estádios.

O presidente da UEFA gostaria de ver uma força de polícia dos países europeus, dedicada à luta contra a violência no futebol. No próximo dia 24 reunirá, na sede da UEFA, na Suíça, os chefes da política dos 27 países europeus, para discutir a questão da violência no futebol e apela aos Estados membros que ajudem a UEFA: “Pedimos ajuda a todos os governos, para que assumam as suas responsabilidades face a esta violência. Uma violência que se exprime, a maior parte das vezes, fora dos estádios. Fora dos estádios! Nós assumiremos as nossas responsabilidades se tivermos meios para isso.”

O campo de acção do executivo comunitário é reduzido, lamenta Durão Barroso, que pouco mais pode fazer do que passar a mensagem aos Vinte e Sete. “Percebemos perfeitamente a boa intenção do presidente Platini, que tenta ver de que forma podemos ter uma melhor coordenação, uma melhor cooperação das polícias nacionais, mas isso não é competência da Comissão Europeia”, afirmou Barroso.

Competência, ou não, Platini ofereceu a Barroso a camisola número 27 – em honra dos 27 Estados membros da União Europeia.