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China prepara concorrência à Boeing e à Airbus

O mundo pode estar, dentro de 15 anos, a voar em aviões “made in China”. O governo chinês apresentou o projecto de um avião de passageiros, capaz de concorrer com a norte-americana Boeing e com a europeia Airbus, que deve estar pronto em 2010. 2020 é a meta que o governo fixou para que o aparelho esteja a ser fabricado em série e em pleno funcionamento. A concorrência aos gigantes do sector prevê-se forte, sobretudo no mercado doméstico.

Em cada dez aviões presentes no mercado chinês, seis são fabricados pela Boeing e três pela Airbus. As outras marcas ocupam apenas 10% do mercado – 8% pertence aos fabricantes russos e 2% à brasileira Embraer.

A China está a passar por aquilo que, na linguagem do velho líder Mao-Tsé-Tung, pode ser considerado um grande salto em frente, em termos de aeronáutica. O país está a desenvolver um plano quinquenal, durante o qual vão ser comprados 500 aviões, formados 5000 pilotos e construídos 48 aeroportos.

Já no próximo ano, vai ser apresentado 100% chinês, baptizado ARJ21, fabricado pela empresa chinesa de indústria aeronáutica, AVIC. Este aparelho vai ter 105 lugares e vai começar a ser entregue aos clientes já em 2009. Apesar da concorrência que os aviões chineses vão fazer, a Boeing e a Airbus não temem esta entrada em cena, isto porque a China, segundo as estimativas, deve precisar de mais de 3000 novos aviões até 2025.

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