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Plano de segurança não acaba com insegurança

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Plano de segurança não acaba com insegurança

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A violência em Bagdade, esta quinta-feira, fez pelo menos 19 mortos, além de dezenas de feridos. O acto mais grave foi um atentado suicida contra um ponto de controlo da polícia e do exército, no bairro maioritariamente xiita de Karrada. Um segundo suicida lançou igualmente o seu veículo contra as forças de segurança, desta vez num bairro sunita do sudoeste da capital. Estes dois atentados ocorrem numa altura em que o plano de segurança de Bagdade, lançado em meados de Fevereiro, tenta erradicar a violência com o desdobramento de 90.000 soldados iraquianos e norte-americanos na capital.

Entretanto, em Inglaterra, o primeiro-ministro britànico, Tony Blair, considerou hoje “uma tragédia” o número de pessoas mortas no Iraque, mas classificou de acertada a intervenção militar levada a cabo pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. Blair afirmou que o mundo ocidental deve parar de pedir desculpa por tentar fazer “o que é certo” no Iraque. O primeiro-ministro considerou que só assim o terrorismo poderá ser derrotado. O chefe do executivo britânico admitiu que a situação no Iraque é muito difícil, mas escusou-se a comentar se é melhor ou pior do que durante o regime do antigo ditador Saddam Hussein.