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Islamitas egípcios contestam reforma constitucional

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Islamitas egípcios contestam reforma constitucional

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O parlamento egípcio aprovou esta segunda-feira uma série de reformas constitucionais controversas. As emendas foram aprovadas pela maioria dos deputados da assembleia dominada pelo Partido Nacional Democrata no poder. A reforma cosntitucional resulta da vontade de Osni Mubarak, que há quase 3 décadas preside aos destinos do país.

A Irmandade Muçulmana, principal força de oposição desde as legislativas de 2005, boicotou a votação no parlamento. As reformas estipulam a interdição de toda a actividade política baseada na religião, o que originou protestos por parte de islamitas e grupos defensores dos direitos humanos.

Se forem concretizadas, as reformas impossibilitam a confraria muçulamana de se constituir partido político, condição necessária para que aquela força possa apresentar um candidato às presidenciais. Depois da luz verde do parlamento egípcio, as emendas constitucionais terão ainda de ser aprovadas em referendo, que deverá ser realizado na próxima segunda-feira.