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Crise diplomática com final feliz não refreia tensões com o Irão


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Crise diplomática com final feliz não refreia tensões com o Irão

Os 15 militares britânicos capturados no Iraque estão de regresso a casa, encerrando 13 dias de crise diplomática entre o Irão e o Reino Unido. Os fuzileiros aterraram ao final da manhã no aeroporto de Heathrow, vindos de Teerão, menos de 24 horas depois do presidente iraniano ter concedido uma amnistia aos prisioneiros numa cerimónia em que condecorou os militares que os capturaram.

Os analistas falam do desfecho da crise como uma vitória do pragmatismo sobre o radicalismo. À hora da aterragem, Tony Blair congratulava-se com a libertação dos prisioneiros. Sem querer comentar o incidente de há duas semanas na origem da crise, Blair sublinhou que, “elementos do exército iraniano financiam, armam e apoiam grupos terroristas no Iraque, lembrando que as forças britânicas estão no país a pedido do governo iraquiano e sob o comando da ONU”.

Tanto Londres como Teerão mantém a postura assumida durante a crise, afirmando não ter existido qualquer contrapartida negocial. À chegada a Londres os militares foram transferidos de helicóptero para uma base militar a sul de Londres, para reencontrar a família e serem ouvidos por responsáveis militares e dos serviços secretos.

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