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Sirenes regressam a Israel para assinalar Holocausto

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Sirenes regressam a Israel para assinalar Holocausto

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Israel assinala durante toda a semana a eliminação de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Uma semana de luto, onde as sirenes e os minutos de silêncio deverão ser frequentes, acompanhados de diversas iniciativas que pretendem relembrar o Holocausto, para que nunca mais volte a acontecer. O presidente israelita, Moshe Katsav afirmou num discurso no Museu Yad Vashem que “os judeus de hoje não têm o direito de esquecer os que se passou nem tão pouco a autoridade para perdoar os autores dos crimes”.

Por outro lado, os registos indicam que o anti-semitismo tem vindo a aumentar. Dina Porat, presidente do Instituto para o Estudo do Anti-semitismo, revela que o mais preocupante é ver que a violência contra os judeus verifica-se cada vez mais em camadas jovens, nas ruas e à saída das escolas.

No principal campo de concentração nazi – Auschwitz-Birkenau – no sul da Polónia, três mil jovens participaram na Marcha anual dos Sobreviventes. Uma manifestação que deverá ser repetida hoje mas com a participação de jovens provenientes de todo o mundo. Os organizadores esperam seis mil pessoas.