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Vigília no campus universitário

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Vigília no campus universitário

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As milhares de velas que iluminaram o complexo universitário da Virgínia, na vigília desta noite, espelham a dor e a incredulidade pelo massacre de segunda-feira.

O estudante sul-coreano responsável por trinta e duas mortes usou duas armas, a última das quais comprada no mês passado, juntamente com 50 recargas de munição.

Cho Seung Hui é descrito por vizinhos e colegas como solitário, pouco comunicativo e mesmo “mórbido”. O jovem terá deixado uma carta criticando o que chamou de “miúdos ricos, libertinagem e enganadores charlatães”, no campus.

As autoridades ainda estão a tentar apurar as motivações do massacre produzido pelo jovem de 23 anos, que culminou com o seu suicídio.

Sobreviventes do ataque na Universidade Tecnológica de Virginia contam histórias de horror, pânico e confusão.

Uma estudante diz que já tinham ouvido tiros, mas não pensaram que fosse real até que ele entrou na sala de aula e começou a disparar.

Outro conta que viu as pessoas a saltar pela janela. Umas quantas partiram tornozelos e pernas, mas ele “saltou sobre um arbusto” e conseguiu escapar.

Muitos criticam a lentidão das autoridades para avisar os estudantes acerca do perigo no campus universitário durante o incidente.