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Autoridades estónias condenam violência e apelou à calma


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Autoridades estónias condenam violência e apelou à calma

O governo estónio reuniu-se esta sexta-feira de manhã de urgência para discutir os incidentes da noite passada junto a um monumento soviético de Talin. Seguiu-se a tradicional conferência de imprensa onde o primeiro-ministro apelou à calma, numa mensagem dirigida, sobretudo, aos jovens.

Andrus Ansip referiu que “é pouco inteligente começar a vida de adulto com uma pena de cinco anos de prisão. É melhor ficar em casa e não responder às provocações.”

Ao apelo do chefe de governo juntou-se o do presidente estónio, que numa alocução televisiva acusou responsáveis pelos incidentes de ontem à noite de serem criminosos, sem qualquer convicção nacionalista.

Toomas Hendrik-Ilves afirmou que “as imagens dos confrontos no centro de Talin mostram pilhagem, rixas e roubo. Trata-se de um crime e os
responsáveis são criminosos. Nada disto está relacionado com a paz das campas ou com o respeito pela memória dos que morreram durante a segunda guerra mundial. Os criminosos não agiram por motivos de nacionalidade, mas para provocarem distúrbios, actos de vandalismo e pilhagem.”

A tensão entre Moscovo e Talin é grande. O presidente do Senado russo, Serguei Mironov apelou para que os senadores peçam ao presidente Putin um corte nas relações diplomáticas com a Estónia.

O parlamento russo foi mais comedido ao propor
sanções económicas à Estónia e a retirada do seu embaixador de Talin.

Esta manhã em Moscovo, várias dezenas de russos manifestaram-se em frente à embaixada da Estónia.

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