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Chavez afasta Venezuela do FMI e Banco Mundial


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Chavez afasta Venezuela do FMI e Banco Mundial

O Dias dos Trabalhadores na Venezuela é marcado por mais um discurso extremista de Hugo Chavez. O presidente afirmou, no decorrer de uma cerimónia evocativa dos direitos dos trabalhadores, a intenção de abandonar o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

A ordem foi dada em público ao ministro das Finanças, Rodrigo Cabezas. “Não precisamos de ir para Washington, nem para o FMI nem nada. Na verdade, Rodrigo, quero formalizar a saída da Venezuela do Banco Mundial e do FMI”, afirmou.

Chavez, que quer transformar a Venezuela num estado socialista, diz que estas organizações – que considera “mecanismos do imperialismo” – estão a promover a pobreza na América Latina. O seu objectivo é criar um banco alternativo gerido pelos países da região.

Este anúncio surge no momento em que o Banco Mundial atravessa uma forte crise e o FMI, diz Chaves, “já nem tem dinheiro para pagar salários”. E como manda a tradição no primeiro de Maio, Chavez guardou duas boas notícias para os trabalhadores venezuelanos: aumentou o salário mínimo e anunciou redução do horário semanal de trabalho.

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